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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Reflexão Final


As competências que desenvolvi, ao longo da vida, em Tecnologias da Informação e Comunicação permitem-me estar à vontade sempre que uso essas extraordinárias ferramentas...
Para esta formação, no entanto, apesar de já ter sido coordenador da equipa da BE (passou meia década), considero pouca a minha experiência como professor bibliotecário.
É nula a minha experiência em formação online, à distância.
O conhecimento que tenho do MAABE é reduzido.
Sobretudo pelo que acabei de enunciar, esta formação era muito importante para melhorar a prática do trabalho que procuro desenvolver.
Os conhecimentos que adquiri são muito relevantes. Agradeço às formadoras todos os documentos e informações que disponibilizaram e as análises que fizeram; agradeço aos colegas os comentários e os contributos que deram.
Esta aquisição foi feita, no entanto, à custa de muito sacrifício pessoal e familiar. A formação à distância, de facto, permite gerir melhor o tempo, mas quando esse tempo é pouco... não há milagres.
Em cada uma das mensagens deste blogue, em cada uma das tarefas que realizei procurei deixar sempre alguma reflexão. Nesta reflexão final, seria repetitivo chamar à coação as aprendizagens que fiz.
Mas posso dizer que as funções do PB são múltiplas e diversas, exigindo uma liderança forte. Que é fundamental a articulação com a Direcção e com todos os órgãos pedagógicos. Que o MAABE é um instrumento pedagógico e de melhoria e deve envolver todos na sua implementação. Que a avaliação externa também deve contemplar os impactos gerados pelo trabalho da BE. Que há um imenso caminho a percorrer.

Em cada post coloquei uma foto que está, de algum modo, relacionada com o conteúdo da tarefa/sessão. Nos textos que escrevi, por vezes, há referência à imagem que escolhi. Optei por não legendar as fotos de modo a não escravizar a imagem.
São para ser apreciadas "até à última gota".


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Tarefa 7 - Reflexão

Os enunciados 1, 3, 5 e 7 pareceram-me descritivos. O enunciado 2 é avaliativo. Os outros dois (4 e 6) suscitaram-me dúvidas. Parecem descritivos mas avaliam de algum forma. O 2 refere a "aproximação estimulante às famílias e seu envolvimento..." e o 4 ao dizer explicitamente que a "actualização do material informático não corresponde às necessidades" também faz uma avaliação, embora incompleta.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tarefa 7

O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Workshop)

Parece uma tarefa simples: indicar enunciados descritivos e avaliativos. Transformar os enunciados mais descritivos em avaliativos.

tarefa7_descritivo-avaliativo




sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Tarefa 6 - reflexão

Depois de observar os campos de análise e tópicos descritores e cruzá-los com informação dos Domínios/Subdomínios e respectivos indicadores parece-me claro que são compatíveis, isto é, há muita informação que a Inspecção Geral de Educação pode usar para elaborar o seu relatório.
Pela análise da amostra que recolhi, também é claro que isso não é feito. A BE não aparece referenciada nos relatórios. Poderá ser por fraca liderança do PB/Coordenador da BE, pouca visibilidade do trabalho da BE, ausência da BE na política da Direcção/Conselho Executivo, não valorização pela IGE, ...
Há, portanto, um enorme trabalho a desenvolver pela BE neste aspecto particular.



quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tarefa 6

O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Conclusão)

As tarefas pedidas passavam por:
  • num primeiro momento, cruzar dados da auto-avaliação da BE com os campos de análise e tópicos descritores que a Inspecção Geral da Educação utiliza para elaborar o relatório de avaliação externa da escola;
  • num segundo momento, depois de analisar uma amostra de 3 relatórios externos da IGE, fazer um comentário crítico.



Primeira parte

tarefa6_AEEvsMAABE

Segunda parte

tarefa6_comentário

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Tarefa 5 - Reflexão

Esta tarefa, na sequência da anterior, para além de continuar a familiarizar-nos com o MAABE, ajudou-me, particularmente, a entender a utilidade de cada peça e a descobrir quais as que encaixam umas nas outras.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Tarefa 5

O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte II)

Objectivos da sessão:
  • Saber identificar os instrumentos de recolha de evidências adequados e extrair desses instrumentos a informação (evidências) que melhor esclarece o trabalho e os resultados alcançados pela Biblioteca em relação com este ou aquele indicador ou conjunto de indicadores.
  • Agir no sentido da sua progressiva melhoria.

Esta tarefa foi fundamentalmente prática.
Num primeiro momento, e a partir do subdomínio A2, deveríamos localizar nos instrumentos propostos pelo MAABE questões ou itens que vão de encontro aos factores críticos definidos para cada um dos seus indicadores.
Depois, a partir de um indicador do subdomínio A2, escrever 3 enunciados avaliativos que hipoteticamente pudessemos formular na coluna das evidências do relatório de avaliação.
Por fim, depois de identificar a aposta futura de melhoria, procurar operacionalizá-la de um modo mais efectivo.
Foi assim:

tarefa5_forum1

Fórum de discussão

Pergunta

Olá!

A minha sugestão passa pelo maior envolvimento dos Pais e Encarregados de Educação nas actividades da BE.
Poderemos considerá-los um dos parceiros a privilegiar?
Quem é que já tem alguma experiência no trabalho dos EE na BE?
O que fazer para começar essa parceria ou melhorar essa colaboração?

Abraço,
Manuel Valentim


Neste fórum houve pouca participação!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Tarefa 4 - Reflexão

Depois de realizar esta tarefa, fiquei com uma melhor ideia do complicado processo que este modelo de auto-avaliação da BE engloba.
Penso, no entanto, que se o plano for elaborado com tempo, se todos os intervenientes forem devidamente sensibilizados e motivados e se cada um desempenhar bem o seu papel é possível implementá-lo na escola e tirar muitos dos dividendos que ele encerra para melhoria das nossas bibliotecas escolares.
A imagem de um placar com muitos post-it só é confusa para quem não está por dentro da sua metodologia.


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Tarefa 4

O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte I)

Objectivos da Sessão:

  • Compreender como é que a auto-avaliação pode ser concretizada para demonstrar a contribuição da BE para o ensino e aprendizagem e a missão e objectivos da escola.
  • Ganhar familiaridade com o processo de auto-avaliação adoptado pelo Modelo de Auto-avaliação RBE e capacitar para a sua aplicação.
  • Conhecer as técnicas e instrumentos propostos, o modo como se organizam e podem ser usados



Nesta tarefa foi dada a possibilidade de escolher um determinado subdomínio de três domínios que estavam em equação.
Optei pelo subdomínio C1.
Depois de ler e analisar o MAABE, e para não perder o norte relativamente à auto-avaliação, estudei pormenorizadamente os diversos momentos deste nosso trabalho. Elaborei, então, o documento que agora apresento.

tarefa4_domínioC1

Fórum de discussão:

Perguntas

Olá!

Optei pelo Domínio C.1.
O indicador C.1.5 refere, à guisa de nota, que este é "só para Educação Pré-escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico". Desenvolvo o meu trabalho (e planifiquei esta avaliação) numa EB 2, 3. Temos indicações da coordenadora interconcelhia que, do agrupamento, deve haver um relatório final de auto-avaliação das bibliotecas escolares.
Depois de ler as orientações para aplicação (MAABE, página 54), encontrei a situação/tipo do meu agrupamento: dois professores bibliotecários. As orientações indicam conjugação de ambas as situações anteriores (PB que coordena 1 BE; PB que coordena várias BE).
A minha dúvida, neste momento, é se devo incluir o indicador C.1.5 no meu plano de avaliação deste Domínio C.1.
Abraço,
Manuel Valentim

Boa tarde!

Na elaboração do meu trabalho consultei o Projecto Educativo do Agrupamento para identificar o problema. Outros colegas identificaram o problema a partir de uma avaliação diagnóstica e/ou outra da BE.
O problema deve ser restrito à BE (identificamos uma situação que desejamos alterar) ou pode ser de âmbito mais global?
Os pontos fracos identificados ou a avaliação diagnóstica pode confirmar um problema identificado na escola/agrupamento. Mas se isso não acontecer o que será mais premente fazer?

Abraço,
Manuel Valentim


Respostas

Olá, Lúcia!

Concordo totalmente com a resposta da Maria José. A falta de recursos à hora de almoço não é argumento para colocar de parte a auto-avaliação nessa BE.
Por outro lado, a avaliação da BE que já tinha sido avaliada permitirá fazer, como muito bem referes, uma análise comparativa.
Penso que é uma questão para partilhares com outros órgãos da escola, a começar pelo próprio Conselho Pedagógico.

Abraço,
Manuel Valentim

Olá, Carla!

Dependendo do Domínio a avaliar e conhecendo mal a realidade do 1.º ciclo, não me parece fácil aplicar os questionários propostos a alunos, por exemplo, do 1.º e 2.º ano. Mesmo tendo como válidas as propostas da Eduarda e da Ana, penso que a entrevista surtiria melhor efeito e daria mais elementos para análise.

Abraço,
Manuel Valentim


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Tarefa 3 - Reflexão

Nesta terceira tarefa, optei pelo fórum 1 porque pensei que a construção do powerpoint de apresentação do MAABE ao Conselho Pedagógico/escola, por um lado, permitiria fazer uma análise global ao novo Modelo, e por outro, ao construir o ppt, já estaria a realizar trabalho concreto para um futuro próximo.
Tudo aponta para que as minhas expectativas não tenham saído goradas. Estou, de facto, satisfeito com o trabalho desenvolvido. Penso que os objectivos foram amplamente atingidos.
Procurei seguir as indicações dadas, à guisa de índice do powerpoint a construir. Esses tópicos foram importantes para estruturar a apresentação e serviram de fio condutor da análise realizada.
Os diversos momentos porque passará a implementação do MAABE, com este trabalho, foram consolidados.
A segunda parte da tarefa, passa pelo comentário ao trabalho de um colega.
Foi assim:

Olá, Isabel!
Visionei o ppt que construíste e parece-me bastante bem elaborado.
É uma apresentação clara que, concerteza, ilucidará os destinatários.
Começas por fundamentar a importância do Modelo de Auto-Avaliação e enuncias os seus objectivos. Depois abordas a estrutura do modelo, o processo de implementação (e a necessidade de envolvimento de toda a escola) e a cronologia. As mais-valias da auto-avaliação, mereceram, nesta altura, um sublinhado especial. De seguida dás um amplo destaque ao relatório de auto-avaliação e convocas os diversos parceiros na escola para nele participarem. Referes a importância do planeamento deste processo em todas as estruturas pedagógicas e de gestão da escola.
Os resultados finais não são uma ilha na escola. Muito pelo contrário: devem integrar-se e “estabelecer ligações” com a avaliação da escola, quer interna quer externa.
Penso que a tua escola tem muito a ganhar com a análise que realizará a partir desta apresentação.
Parabéns pelo trabalho!
Beijinhos,
Manuel Valentim



sábado, 13 de novembro de 2010

Tarefa 3

O Modelo de Auto-Avaliação no contexto da Escola / Agrupamento

Objectivos da Sessão:

  • Entender as ligações do processo de auto-avaliação à escola.
  • Perspectivar a gestão da informação e o processo de comunicação com a escola/agrupamento.
  • Perceber o papel e a necessidade de liderança por parte do professor coordenador.

Há três tarefas bem distintas. A primeira tem a desvantagem do prazo encurtado para a primeira parte do trabalho, compreensível para proporcionar mais algum tempo na análise de trabalhos para realizar a segunda parte, isto é, fazer um comentário ao trabalho de um colega. As duas seguintes têm a vantagem, para quem gosta do trabalho assim, de facultar grelhas/tabelas que possam ajudar na elaboração do trabalho.
Optei pela primeira tarefa: construir um powerpoint para apresentar o Modelo de Auto-Avaliação no Conselho Pedagógico ou em outras estruturas ou a outros destinatários de modo a integrar este processo no contexto da escola.

tarefa3-forum1

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Tarefa 2 - Reflexão

Depois de uma semana com pouco tempo disponível para o trabalho da acção de formação, tive um fim-de-semana algo atribulado. Tudo isso complicou imenso o trabalho da tarefa 2.
Depois de ter lido os textos de leitura obrigatória, a grande dificuldade passou pela opção a tomar relativamente ao fórum. Decidi-me pelo fórum 2 (análise crítica ao MAABE) por considerar ser a melhor forma de conhecer a estrutura do novo Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.
Tenho dúvidas se foi, de facto, a melhor opção. O pouco tempo disponível também poderá ter contribuído para adensar essas dúvidas.
Entendi as ideias-chave que presidiram à construção do Modelo. Ficou também claro o conceito de Evidence-Based practice.
Hoje, a avaliação centra-se, essencialmente, no impacto qualitativo da biblioteca.


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Tarefa 2


O Modelo de Auto-Avaliação. Problemáticas e conceitos implicados


A conclusão da tarefa 2 seguiu as pisadas da primeira: voltou a ser no limite do prazo.

Objectivos da Sessão:
  • Perceber a estrutura e os conceitos implicados na construção do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.
  • Entender os factores críticos de sucesso inerentes à sua aplicação.

Foi dada a possibilidade de optar por um de três fóruns. A minha escolha recaiu no trabalho proposto pelo fórum 2. Pretendia-se uma análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.

tarefa2_análise-crítica

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Tarefa 1 - Reflexão

Para a realização deste primeiro trabalho muito contribuiu a leitura dos textos propostos.
O papel de professor bibliotecário é novo para mim. Como novato nestas andanças, considero muito importante a aprendizagem que realizei a partir das leituras feitas.
No contexto de mudança em que nos encontramos considero fundamental entender bem o novo paradigma de biblioteca escolar com tudo o que ele implica em termos de integração na escola e no processo de ensino/aprendizagem, nas condições de acesso e na qualidade das colecções e na gestão, organização e avaliação da BE.
Apesar de ter encontrado várias dificuldades, com o preenchimento da tabela matriz disponibilizada fiquei com uma ideia mais clara das áreas de intervenção na BE e das funções do professor bibliotecário. Foi possível também fazer uma reflexão sobre o que se tem feito na minha biblioteca escolar, sobre os obstáculos e sobre os factores favoráveis à mudança. O resultado final passa pela implementação de algumas medidas, entretanto delineadas.

Na sessão presencial foi dada informação sobre o esquema desta formação online: leituras obrigatórias e facultativas, tarefa (com possibilidade de opção, sempre que houvesse mais do que uma proposta de fórum) e comentário ao trabalho de um colega. Nesse sentido fiz um comentário ao trabalho do Jorge Martins:

Olá, Jorge!

findo o complicado processo de seleccionar o trabalho de um colega (e é só isso que está em causa) resultante da tarefa 1, cabe-me agora fazer um comentário.
Nota prévia: julgo que o objectivo deste comentário é crescermos uns com os outros; reflectirmos em conjunto as nossas práticas. É isso que pretendo fazer.
Pela análise da tabela, apesar das boas condições que a BE do Centro Escolar tem, os principais obstáculos estão nas pessoas. Há resistência de professores aos serviços que a biblioteca escolar pode prestar e há ainda pouca articulação. Também eu constato isso. É necessário tomarmos medidas para combater esse estado de coisas, que poderão passar por reuniões de departamento e reuniões com coordenadores. O Conselho Pedagógico poderá ser um bom aliado: seria bom que a BE, espaço central da escola, estivesse também mais frequentemente na agenda do pedagógico.
Uma outra dificuldade que apresentas tem a ver com a pouca frequência dos alunos dos outros estabelecimentos à BE do Centro Escolar. Há que planificar, em articulação com os professores desses estabelecimentos, actividades e visitas que passem pela biblioteca escolar. A logística do transporte e dos horários deve ser tida em conta.
Referes ainda que os professores devem usar outros recursos (para além dos tradicionais) e que cada vez mais há professores a usarem a BE para dar uma aula, por exemplo, com recurso a projecções multimédia. Essa aula na BE, permite-me a observação, deve acrescentar algo ao que seria uma aula na sala nos mesmos moldes. Se não há diferença, só o espaço diverso é muito pouco.
Uma pequena observação: na última coluna são pedidas acções concretas. Tu formulas objectivos. Seria importante saber como vais implementar aqueles objectivos, que acções vais desenvolver.

Abraço,
Valentim


Já depois de ter feito o comentário, as formadoras fizeram um esclarecimento na plataforma: o comentário deve ser explicitamente pedido como tarefa a cada nova sessão.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Tarefa 1

A Biblioteca escolar. Desafios e oportunidades no contexto da mudança

No último dia do prazo consegui finalizar esta primeira tarefa.

Objectivos da Sessão:
  • Definir e entender o conceito de biblioteca escolar no contexto da mudança.
  • Perspectivar práticas adequadas a estes novos contextos.
  • Entender o valor e o papel da avaliação na gestão da mudança.

Optei pela realização da tarefa descrita no fórum 1. Para a realização desse trabalho usei a tabela matriz disponibilizada. Foi assim:

tarefa1_acção-maabe

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Bem vindos!

Depois de um longo dia de trabalho, uma longa viagem e uma longa primeira sessão, a alegria de um grupo fantástico na viagem e na acção de formação.
Uff! Finalmente preparado para o que der e vier.
Pela amostra... parece-me que vai valer bem a pena.

Valerá!